Implícito, agora explícito.

Demorei um tempo pensando no que eu iria escrever para postar o meu primeiro texto nesse meu outro blog. Pensei em vários gêneros textuais. Perguntei-me: “ Será que eu falo de coisas piegas e avassaladoras; sobre o amor de uma forma bem puritana com direito a flores, tipo aqueles estilos que nós observamos em um romance romântico e gentil ou se deixo a pimenta rolar e arder, fluir cruamente(sem vulgaridade, claro) falando sobre o que eu penso do sexo, ou melhor, posto textos ou pensamentos que há muito tempo eu escondo; ou abusando de um belo humor seco e sarcástico?”.Como sempre abusando da minha característica incontestavelmente seletiva, fiquei enlouquecendo durante alguns minutos com relação a minha maldita greve de pensamentos e escolhas, o que muitas não faziam sentido…e adianto, acho isso um saco. Depois de todos esses pensamentos eu me deparei com um pensamento muito interessante e engraçado, eu penso.
Notei que as coisas, se a gente respeitar como e o que elas são, flui naturalmente de uma forma unânime e mais verdadeira. Não se trata daquela coisa mecânica, postar textos ou mensagens o tempo todo, apenas para não perder leitores ou seguidores. Eu não me importo muito com isso, na verdade isso importa. (droga! Odeio me contrariar). Bom, você entendeu querido marinheiro (a). Talvez isso não incomode mais que elefantes. Eu percebi que eu tinha que dar tempo ao tempo. Ao fazer isso, resquícios de palavras começaram a preencher meu editor de textos. Primeiro: não soube qual seria o nome do texto o qual estava nascendo em mim. Conversando comigo mesma, falei: “Saia meu querido. Devagar, mas saia.”. E enquanto a palavras saíam, eu dizia: “Sai dessa morada seu impostor!”. Daí eu comecei a explorar a liberdade de escrever.
Sabem, os pensamentos pararam por alguns minutos e todas as minhas idéias e pensamentos começaram a desaparecer naquele papel claro e  e   x    t   e   n   s   o. Indaguei-me quantos as idéias escondidas, quanto a minha criatividade. E a surpresa é que tudo veio de uma vez só. E eu não mais estava lutando para que as opiniões e pensamentos surgissem, mas em comprimir o que eu escrevia.
Cortei reflexões, fatos pessoais nada convenientes ou coesos, citações bastante famosas, pensamentos e frases que não eram meus. Pensei em comentar sobre a liberdade dos escritores e autores, de como estes (eu penso com certeza) são limitados, censurados a falar sobre suas opiniões e certas verdades do mundo. Bem, não falo mais, pois eu mesma disse que eu cortei esse comentário desse texto. Além de o texto sair natural e vagarosamente, depois sagrar como um rio, eu tentei pensar em um título bom ou o mais plausível possível. Agarrei-me a clichês, mas vi que nenhum deles se encaixava com o texto, e, aliás, detestei-os. Decidi por último e o título  surgiu do jeito que eu imaginara:  meu texto estava “Implícito, agora explícito”.
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